Projeção do vencedor
Evolução: apurado × projetado
Progresso por região
Onde estão os votos que faltam
votos válidos ainda não apurados, projetadosVariação vs 1º turno por UF
mesmas urnas, entre os dois finalistasComparecimento vs 1º turno
mesmas urnas já apuradasMapa
Estados → municípios (aproxime) → locais de votação (aproxime mais; ponto = escola/local, com as urnas que contém). Cinza = ainda sem urnas apuradas. Clique para detalhes.
Destaques: maiores variações vs 1º turno
municípios com amostra mínima de urnasÚltimas urnas recebidas
ao vivo · horário de BrasíliaPor unidade da federação
Variação = mudança de Lula entre 1º e 2º turno nas mesmas urnas (p.p., entre os dois)Resultado do 1º turno · 4 de outubro de 2026
Soma, urna a urna, das 499 mil seções (arquivo de votação por seção do TSE), conferida com o total oficial publicado pelo TSE.
Mapa do 1º turno
Estados → municípios → locais de votação (aproxime). Percentuais sobre os votos válidos.
1º turno por unidade da federação
% dos votos válidos · clique no cabeçalho para ordenarVerificação das somas
Cada nível é a soma do nível abaixo, calculada aqui a partir dos boletins de urna (BU) baixados um a um, e comparada com o total oficial publicado pelo TSE para aquele nível: Urna (seção) → Zona → Município → UF → Brasil.
Divergências e alertas
De onde vêm os dados
- Boletim de Urna (BU) de cada seção, 2º turno — arquivo
*-bu.datpublicado pelo TSE emresultados.tse.jus.br/oficial/ele2026/arquivo-urna/<pleito>/…assim que a urna é recebida. O sistema lista as urnas recebidas em cada UF (…-cs.json), baixa o BU de cada uma e decodifica o ASN.1 (DER) diretamente, sem intermediários. É o menor nível possível: a própria urna. - 1º turno, urna a urna —
votacao_secao_2026_BR.zip(Portal de Dados Abertos do TSE), votos para Presidente por seção. Conferido: soma igual ao total oficial nacional. - Totais oficiais (Brasil, UF, município) — arquivos
…-c0001-e00XXXX-u.jsondo TSE, usados na aba Verificação. - Bandeiras — UFs: Atlas Escolar do IBGE; Exterior e Brasil: as mesmas usadas pelo app de resultados do TSE.
- Locais de votação georreferenciados —
eleitorado_local_votacao_2026.zip(TSE, Dados Abertos), com latitude/longitude de cada local e o eleitorado de cada seção. Malhas de UF e municípios: API de malhas do IBGE.
Como a projeção funciona
Para cada urna já apurada no 2º turno, compara-se o desempenho de cada candidato com o da mesma urna no 1º turno. A medida é o “swing”, em escala logit, da participação do candidato A entre os dois finalistas:
swingurna = logit(A₂ / (A₂ + B₂)) − logit(A₁ / (A₁ + B₁))
O swing médio é estimado por zona eleitoral, município, UF e Brasil, ponderado pelos votos válidos. Grupos com poucas urnas apuradas são “encolhidos” em direção ao nível acima (estimador hierárquico com âncora de ~2.000 votos), de modo que uma zona com 2 urnas apuradas não determina sozinha a projeção da zona.
Cada urna ainda não apurada é projetada a partir do seu próprio resultado no 1º turno, aplicando o swing estimado da sua zona; o total de votos válidos é projetado pela razão (válidos 2º turno ÷ válidos 1º turno) observada na zona. A projeção final = votos já apurados + soma das projeções das urnas restantes.
Isso corrige o viés de ordem de chegada: se as primeiras urnas vêm de regiões favoráveis a um candidato, o apurado parcial é enviesado, mas o swing por urna não é, porque compara cada urna com ela mesma.
Matematicamente eleito
Independentemente da projeção, o painel declara um candidato matematicamente eleito quando a vantagem dele no apurado é maior que todos os votos que ainda podem entrar, mesmo que todos fossem para o adversário:
vantagem > aptos totais − comparecimento apurado − abstenção nas urnas apuradas
Nas urnas já apuradas, a diferença entre aptos e comparecimento é abstenção definitiva: a urna foi encerrada e esses eleitores não podem mais votar. Os votos ainda possíveis são, portanto, os eleitores aptos das urnas que faltam apurar. O total de aptos é o maior entre o eleitorado oficial do TSE e o cadastro de eleitores por seção, para nunca subestimar o que falta. Brancos e nulos futuros só reduziriam a chance de virada, então o critério continua seguro.
Incerteza e probabilidade de vitória
A variância da margem projetada soma: (1) ruído de cada urna em torno do swing da sua zona; (2) incerteza do swing de cada zona, município e UF — maior onde há poucas urnas apuradas, com a dispersão estimada a partir das próprias urnas apuradas; (3) incerteza nacional antes de existirem dados. A probabilidade de vitória é Φ(margem / desvio-padrão). Sem nenhuma urna apurada, a projeção é simplesmente o 1º turno entre os dois finalistas, com intervalo amplo.
Limitações: o modelo supõe que, dentro de uma zona, as urnas ainda não apuradas se comportam como as já apuradas da mesma zona/município/UF; seções novas ou agregadas de forma diferente entre os turnos não têm base de comparação e entram só quando apuradas.
Escala de cores
Por candidato: percentual de votos válidos do candidato em faixas de 20 pontos: 0–20, 21–40, 41–60, 61–80, 81–100.
Quem lidera / Projeção (2º turno): a cor indica o candidato à frente e a intensidade, a folga: 50–55, 55–60, 60–70, 70–80, 80–100% dos válidos. Com dois candidatos o líder sempre tem 50% ou mais, então faixas abaixo disso não teriam uso; essa divisão separa disputas apertadas de vitórias folgadas.
Quem liderou (1º turno): com 12 candidatos, o líder pode ter menos de 50%: até 40, 40–50, 50–60, 60–75, 75–100%.
Onde obter o mapa dos locais de votação
O TSE publica o cadastro Eleitorado – Locais de votação com latitude e longitude de cada local (escola, prédio) e a lista de seções de cada um:
dadosabertos.tse.jus.br › eleitorado-2026
(arquivo eleitorado_local_votacao_2026.zip). Cerca de 1% dos locais não têm coordenadas; ficam fora do mapa de pontos, mas entram em todas as somas.
Para os contornos de municípios e estados, a API de malhas do IBGE.